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Sistema FBES

Bem vinda/o à página de explicação inicial sobre o sistema FBES!

Como este sistema é uma construção coletiva, sinta-se convidada/o a participar! Os textos abaixo têm como propósito explicar os fundamentos sobre o que é o sistema. Esperamos que a partir deles você possa usar e contribuir com suas idéias, sugestões e críticas. Há uma comunidade voltada só para isto, entre e participe!

Índice

O que é o Sistema FBES

O Sistema FBES (ainda sem nome) é uma iniciativa do FBES, com os seguintes objetivos principais:

  1. potencializar o fluxo de saberes, produtos e serviços da Economia Solidária;
  2. oferecer ferramentas para a constituição de consolidação de redes e cadeias solidárias;
  3. ser um espaço de divulgação da economia solidária e de busca de seus produtos e serviços;
  4. permitir a interação entre vários atores em comunidades virtuais e espaços territoriais, temáticos e econômicos.

Na perspectiva do conhecimento livre, a estratégia escolhida pelo FBES foi o de desenvolver uma plataforma, chamada de Noosfero, disponibilizada em licença livre (GPL), que pode ser instalada para outros fins além do sistema do FBES.

O sistema FBES é baseado em 4 pilares fundamentais, que permitem a melhor compreensão sobre sua natureza, descritos abaixo:

  1. CMS (Sistema de Gestão de Conteúdos): isso significa que conteúdos, textos, documentos, e agenda de eventos podem ser inseridos de maneira descentralizada por pessoas que não entendem nada de programação nem de linguagens de computador. Isso permite uma dinâmica e alimentação descentralizada dos conteúdos do sistema. O site do FBES (www.fbes.org.br) é um exemplo de portal feito com CMS (que se chama Joomla): cada fórum estadual de economia solidária pode alimentar diretamente as notícias, agenda, biblioteca, banco de dados e fotos.
  2. Teia de relacionamentos: cada usuário/a tem uma página própria. Nesta página, a pessoa pode colocar suas idéias, fotos, eventos, mostrar de quais empreendimentos solidários participa, de quais empreendimentos costuma comprar produtos, os temas que te interessam, entre outras coisas. Além disso, há as comunidades virtuais, em que cada usuária/o ou empreendimento pode participar: Estas comunidades podem ser comunidades territoriais (de pessoas de um mesmo bairro, território ou região); comunidades temáticas (por exemplo, comunidade para debater logística solidária, ou a comunidade sobre formação e economia solidária, ou agroecologia, etc), ou comunidades econômicas (por exemplo, a comunidade do artesanato, ou a comunidade da cadeia do mel, ou a comunidade das lojas solidárias, etc....). As possibilidades serão infinitas de se relacionar, encontrar pessoas do movimento, trocar idéias e articular politicamente.
  3. Organização em Recortes ou "Espaços": Cada pessoa, texto, foto, evento, comunidade, documento ou qualquer outro tipo de conteúdo pode ser categorizado (no caso de pessoas, trata-se de "interesses" ao invés de "categorias"). Estas categorizações permitem que, no sistema do FBES, seja possível você entrar em RECORTES (ou "espaços") específicos, e lá ficar sabendo tudo o que há no conjunto do sistema relacionado a este Recorte. Por exemplo, você pode entrar no "Espaço do Artesanato", e lá haverá os eventos do artesanato, as pessoas que se interessam ou lidam com esta área econômica, os empreendimentos que estão neste ramo econômico, os textos, documentos, vídeos e imagens sobre artesanato (ou seja, uma "biblioteca do artesanato"), etc. Quando você entra num Recorte, é como se entrasse num portal dentro do sistema, em que tudo o que você vê tem a ver com a categoria escolhida. Existem 3 tipos de Recortes ou Espaços: Os recortes territoriais ("espaço de minas gerais", "espaço do nordeste", etc), os recortes econômicos ("espaço da agricultura", "espaço da apicultura", etc.), e os recortes temáticos ("espaço da mulher", "espaço do meio-ambiente", "espaço do consumo consciente", etc).
  4. Inteligência econômica de redes solidárias: Sistema de inteligência para divulgação, comercialização e logística de produtos e serviços da Economia Solidária. Isto implica numa série de funcionalidades, como por exemplo: Cada empreendimento solidário cadastrado tem um site para o seu empreendimento, em que pode divulgar os seus produtos/serviços, fotos, preços, formas de comprar; Grupos de consumidores poderão organizar suas compras coletivas por dentro do sistema, tendo empreendimentos solidários em rede como fornecedores; O sistema incorpora o "farejador da Economia Solidária", em que qualquer um(a) pode fazer buscas de produtos e serviços da Economia Solidária, podendo também fazer filtros por tipo de produto e região; Diagnóstico de redes (como no caso do solidarius.com.br), permitindo ao movimento de economia solidária ter informações e funcionalidades para logística e potencialização da articulação em redes e cadeias solidários; Possibilidade de entidades, instituições, governos e empreendimentos colocarem suas listas de compras institucionais que serão divulgadas automaticamente para os empreendimentos solidários; Incorporação de moedas sociais a partir de moedas sociais reais de grupos; Possibilidade do empreendimento fazer seu plano de negócios e determinação de preço e ponto de equilíbrio pelo sistema; Visualização de acúmulos de oferta e de demanda, permitindo casamentos; Enfim, este pilar "econômico" é a inteligência mais profunda do sistema, que dá o seu grande diferencial enquanto um sistema da Economia Solidária, e contempla funcionalidades para empreendimentos solidários de produção, de comercialização, de serviços e de consumidores, além de funcionalidades para fóruns, redes e entidades poderem organizar planejamento e logística solidária. Para ver um conjunto inicial de funcionalidades pensadas para este pilar "econômico", veja os resultados da oficina realizada em maio de 2008: clique aqui para baixar o relatório e o conjunto de necessidades/funcionalidades econômicas previstas para o sistema.

Observação: A aprovação de novos empreendimentos no sistema ainda tem que ser discutida no seio do movimento, por exemplo pela Coordenação Nacional do FBES ou uma Comissão que seja criada com este fim: é um assunto que necessita amadurecer ainda muito, buscando um equilíbrio entre ser inclusivo e ao mesmo tempo garantir que os princípios e valores da Economia Solidária permaneçam, para preservar o diferencial. Algo no sentido do aval solidário terá que ser pensado.

Mais informações e local de testes da versão online

  1. Conjunto de histórias de usuários (especificações de funcionalidades em linguagem simples): HistóriasUsuárioSistemaFBES
  2. Especificações iniciais para a dimensão de "sistema de inteligência econômica": http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=759
  3. Testar o sistema funcionando!: http://ecosol.noosfero.com.br/
  4. Documentação técnica: http://rdoc.noosfero.com.br/
  5. Estrutura do banco de dados: http://www.colivre.coop.br/Noosfero/TableStructure

O que é Economia Solidária e FBES?

Economia Solidária

A Economia Solidária manifesta-se como atividades econômicas em que não existe patrão nem empregado, ou seja, em que todos os trabalhadores da atividade exercem a autogestão. Estas iniciativas são chamadas de "empreendimentos solidários" ou "empreendimentos de economia solidária" , e podem ser associações, cooperativas, grupos informais ou mesmo micro-empresas de produção, comercialização, serviços ou de consumo.

Mais que uma prática, a Economia Solidária é também um movimento social, que busca a transformação da sociedade pela alteração dos atuais modelos de desenvolvimento e economia, tendo como estratégia fundamental a constituição de redes e cadeias sócio-econômicas solidárias.

FBES: Fórum Brasileiro de Economia Solidária

Segundo a IV Plenária Nacional de Economia Solidária (março de 2008), o FBES é um instrumento do movimento da Economia Solidária, um espaço de articulação e diálogo entre diversos atores e movimentos sociais pela construção da economia solidária como base fundamental de outro desenvolvimento sócio econômico do país que queremos.

O FBES articula hoje aproximadamente 3.000 empreendimentos solidários, 500 entidades de assessoria (ONGs, sindicatos, universidades, organizações religiosas) e 100 governos municipais e estaduais em todo o país, através de 27 Fóruns Estaduais de Economia Solidária, que por sua vez se capilarizam em Fóruns Municipais e Microrregionais.

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noosfero_22out2007.jpgjpg noosfero_22out2007.jpg manage 69.5 K 22 Oct 2007 - 13:24 DanielTygel exemplo de tela da versão 0.3.0
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